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"Eu sempre ouvi os meus silêncios. Essa voz que mora em mim sem pagar aluguel e me faz gaguejar. Gaguejar calado, é verdade, mas ainda assim gaguejar. Quem ama gagueja. Quem ama diz eu te amo com chiado, pausas imprecisas. É imperfeitamente compreensível! Sim. Esses são os que amam que verdade. Os que não desafinam, nasceram com o discurso dos amantes decorado na ponta da língua, nas nuvens do céu da boca. O amor não permite dever de casa, o amor não se aprende de cor, o amor se estende de corpo e calma. Nunca acredite no amor de quem diz eu te amo sem hesitar duas ou três vezes, sem desafinar setecentas mil vezes. Ouça os seus silêncios. Eles gaguejam incansavelmente até você ousar usar o que tem de mais bonito: o eco do grito dos seus sentimentos."
Eu me chamo Antônio.  (via autorias)

(Source: strayedd, via autorias)

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"Ele foi meu primeiro amor. E primeiros amores são pra sempre."
Glee. (via autorias)

(Source: alentador, via autorias)

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"De repente ouvi teu nome. E quase que imediatamente te procurei a minha volta. Não te encontrei, mas me dei conta de que eu estava sorrindo."
Querido John. (via apenas-uma-fria-noite)

(Source: delator, via apenas-uma-fria-noite)

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(Source: facebook.com, via hiperbole)

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dollyx:

Elizabeth Báthory is one of the most prolific serial killers in all of history.
She was born into nobility and was highly educated but also very vain.
One day, infuriated, Elizabeth struck one of her servant girls so hard that some blood dripped from her face onto Elizabeth’s hand and she immediately thought that her skin took on a glowing freshness of her young maid.
Elizabeth believed she had found the secret of eternal youth. After this, women were abducted and hung upside down, while they were still alive and their throats were slit to prepare Elizabeth’s bath.
The Countess of Transylvania and four collaborators were accused of torturing and killing hundreds of girls, with one witness attributing to them over 650 victims, though the number for which they were convicted was 80. Elizabeth herself was neither tried nor convicted.

dollyx:

Elizabeth Báthory is one of the most prolific serial killers in all of history.

She was born into nobility and was highly educated but also very vain.

One day, infuriated, Elizabeth struck one of her servant girls so hard that some blood dripped from her face onto Elizabeth’s hand and she immediately thought that her skin took on a glowing freshness of her young maid.

Elizabeth believed she had found the secret of eternal youth. After this, women were abducted and hung upside down, while they were still alive and their throats were slit to prepare Elizabeth’s bath.

The Countess of Transylvania and four collaborators were accused of torturing and killing hundreds of girls, with one witness attributing to them over 650 victims, though the number for which they were convicted was 80. Elizabeth herself was neither tried nor convicted.

(via hiperbole)

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"É aquela história: eu tenho paranóia de não dizer para uma pessoa o que eu sinto por ela, e essa pessoa, por algum motivo, sair da minha vida. Então eu sempre falo. Quando eu gosto da pessoa, eu chego e falo assim: “Olha, eu gosto de você pra caramba”. Mas é muito difícil você falar isso. Às vezes, é muito difícil."
Renato Russo.     (via despoetizei)

(Source: momentos-so-meus, via nathalylaiz)

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"É cansativo viver sem vírgulas porque eu espiro sua existência 24 horas por dia, e só coloco vírgulas teatrais para você não enjoar de mim. Amar você não é fácil, é quase um antiamor. É muito, quase como se você nem existisse, porque só o homem perfeito mereceria tanto sentimento. E eu te anulo o tempo todo dizendo para mim, repetindo para mim, o quanto você falha, o quando você fraqueja, o quanto você se engana. Fazendo isso, eu só consigo te amar mais ainda. Porque você enterrou meu sonho aprisionado pela perfeição e me libertou para vivê-lo. E a gente vai por aí, se completando assim meio torto mesmo. E Deus escrevendo certo pelas nossas linhas que, se não fossem tão tortas, não teriam se cruzado."
Tati Bernardi.    (via apenas-uma-fria-noite)

(Source: recitalizar, via apenas-uma-fria-noite)

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"Apesar de você carregar um nome épico nas costas, você não faz jus a ele, João. O seu nome é lindo, assim como os seus lábios finos e a sua nuca branquinha. O seu mal é o que você é por dentro. Se não fosse esse teu jeito todo errado e desleixado, eu olharia pra sua cara e diria que você é um anjo. A verdade é que você é o demônio em pessoa, João. Nada nunca é bom o suficiente pra você. Ninguém nunca é digno do seu amor. Porque será que você infla o seu ego tanto assim, João? Você não é diferente dos outros. A sua rotina não é agitada todos os dias da semana. O seu tipo físico não é de nenhum deus-grego-dos-céus. Você arqueia essa sua sobrancelha com pelos falhos e cruza os braços fazendo essa pose de durão, mas de durão você não tem nada. Admite que vez ou outra a sua vontade era de trocar a cerveja com os amigos por um milk shake com alguém especial, vai. Admite que além da bunda e dos peitos, você também repara no sorriso e nos pés. Pode parecer meio absurdo, mas eu sei que você é encantando por pés. E sei também que a sua bebida preferida nunca foi Whisky, mas sim Guaraná. Os seus coleguinhas-babacas-de-balada não sabem disso, mas eu sei. Deve ser assustador pra você ter alguém que te conhece tanto quanto eu. Tudo bem, eu entendo a sua raiva e a sua ironia desafiadora. O que eu não entendo é porque você continua fumando cigarro, mesmo odiando a fumaça que gruda na sua pele. Eu não entendo porque você sente a necessidade de beijar oito bocas diferentes a cada cinco minutos pra se sentir melhor. E também não entendo a graça que você vê naqueles programas estúpidos de automóveis. Eu não te entendo, João, mas juro que me esforço ao máximo pra te aceitar. Você carrega um fardo de defeitos insuportáveis e uma lábia com gírias indecifráveis, mas o desgraçado do seu perfume tem um aroma bom. O seu ar superior e a sua confiança em si mesmo me dá náuseas, mas a droga dos seus braços tem a facilidade de me passar uma segurança que eu não sou capaz de encontrar em nenhum outro lugar do planeta. Talvez o que eu venha a dizer agora te deixe intrigado, porque no fundo você sabe que é verdade: você não passa de um fraco, João. Por mais que os seus músculos saltem do seu corpo e você consiga levantar três elefantes seguidos, você ainda continua sendo um fraco. Estúpido. Babaca. Covarde. E mais outros milhões de adjetivos chulos. Porque você pode fazer mil mulheres caírem de amores aos seus pés, mas tem medo de se prender à apenas uma. Se te perguntarem o significado da palavra “curtição”, certamente você saberá responder. Mas e o amor, João? O que é amor pra você? Acho que agora eu te encurralei em um beco sem saída. Por detrás de toda essa sua estrutura de homem-inabalável, existe um menino que tem medo de amar. Eu sei disso também. O problema é que o seu orgulho te consome da cabeça aos pés e você não é capaz de dar o braço a torcer. A sua aparente falta de sensibilidade me irrita. Ninguém suporta conviver no mesmo ambiente que o seu por três dias, mas olhe só pra mim! Eu estou do seu lado a quase três anos. E você não dá valor a isso. Aliás, você não dá valor a nada, João. Isso também me irrita. Você não permite que ninguém descubra o que se esconde além dessa nuvem cinzenta que te cerca, porque no fundo você tem medo da solidão. Você tem medo de se entregar em um jogo no qual não é você quem dá as cartas, tampouco é o dono da partida. Você tem medo de que alguém goste de você apesar de todos os pesares. E eu gosto. Eu gosto da sua tatuagem tribal ridícula no ante-braço, da sua barba mal feita e da unha encravada do seu dedão do pé. Você não merece, eu sei, mas isso não é motivo o suficiente pra me fazer desgostar. Mesmo que você xingue a sua mãe, seja mal educado com o seu vizinho e se sinta bem em ser um completo filho-da-puta, ainda assim eu gosto de você. Na medida do impossível, tudo o que eu mais queria era atravessar pro seu lado do precipício e fazer com que a gente desse certo.
O problema é que eu não sei ser a sua Maria, João.
E o meu nome ainda é Bárbara."
Capitule  (via autorias)

(Source: capitule, via autorias)

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(Source: vinstage, via d-aora)

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(Source: MANUSCRITAS, via contexxxto)

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"Sou suicida querido
desculpe este meu senso de partida
esta morte descabida
e estas desculpas desmerecidas,
mas no andar de cima
os gritos ecoam no vazio de minha alma
que geme cansada e se lança da sacada
de uma casa emprestada, adornada de dor
de donos mal amados, gentinha enfezada
que acha que a morte mais bela
é aquela que se vai dormindo
estão errados! A morte mais bela é o suicídio
aquele que cometo todos os dias
quando o amor me apunhala o peito
e faz-me sangrar feito Julieta
num sarcófago que guarda
meu peito."
Alexandre Lima | Sarcófago   (via relevou)

(Source: conotos, via relevou)

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(Source: lanafan, via contexxxto)

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"Dexter,
Você me avisou. Se eu pudesse voltar no tempo, gravaria na minha pele as palavras que você sussurrou. Assim, poderia te culpar. Poderia mostrar ao mundo aquela última frase que você teve coragem de me dizer: vai piorar. E eu não acreditei. Talvez por ser estúpida, talvez porque seja minha sina não acreditar em tudo aquilo que é verdade. Eu me alimento de mentiras desde sempre, Dex. Meu oxigênio são todas as palavras dóceis que já me foram ditas com o intuito de me envenenar. Você não deveria esperar diferente, me conhecendo e conhecendo todos ao meu redor. Ainda assim, você olhou para uma garota de treze anos completamente quebrada e teve a coragem de dizer-lhe que tudo de pior que ela já enfrentou não é nada em comparação ao que estaria por vir. Não quis ouvir o que você tinha para dizer. Foi cruel, D. Foi horrível e foi algo que você jamais deveria ter dito.
Mas também foi verdade.
Fui tola. Passei uns anos sorrindo e fazendo piadinhas e tive a audácia de sonhar que você estaria errado, porque, afinal, eu também sabia ser feliz. Sabia como ser igual ao resto do mundo, que não tem cérebro e nem desejo de conhecer os cantos sujos do universo. Achei que pertencia a esse lugar ensolarado e bonito do qual todos falam. Paraíso. Sei lá como se chama. Dormi uma noite inteira sem pesadelos e acabei sonhando todos os sonhos do mundo. Tinha tanta coisa dentro de mim – tanta coisa boa, bela, pura. Sonhei com essas coisas e acabei esquecendo que você nunca erra… Todos esses anos, você jamais errou. A razão é a única coisa que te acompanha na sua solidão, Dex.
A solidão é a única razão que tenho para ainda te escrever.
Sei que não é segredo nenhum para você o lugar onde estou. Em momentos de lucidez, tenho quase certeza de que o criador disso tudo foi você. Apesar de todas as coisas maravilhosas que sempre existiram em você, a miséria foi a única que aceitou como sua. É horrível porque ou eu estou louca ou estou pensando em ti. E o resultado acaba sendo o mesmo. Não durmo mais durante a noite – tenho medo da minha própria mente, tenho atração por tudo que é sombrio. Por tudo aquilo que pode acabar me matando. Me abandonando. Me ferindo. O que foi mesmo que você disse? Algum dia, eu aprenderia a flertar com as sombras. Aprenderia a me banhar com a luz da lua e chamar a noite de casa.
O que você fez é imperdoável, Dexter. Você não tinha direito de encarar uma menina de treze anos e dizer que sua vida estava fadada à escuridão. Eu tinha o direito de sonhar com palavras diferentes, de viver sem o medo de algum dia cair nesse penhasco. Eu tinha o direito. Eu tinha o direito. Você tirou tudo de mim, Dexter. Não sobrou nada além desse corpo que eu repudio e dessa voz que só serve para suplicar por uma salvação que não vai chegar. Eu estou no seu reino, D. Onde está meu rei? Onde está você?
Você me acha bonita? Ninguém nunca achou, D. Mas eu costumava achar. Tinha prazer em ter uma opinião diferente do resto do mundo a meu respeito. Gostava da maneira como meus olhos brilhavam e como o sol deixava meus cabelos da cor do fogo. Quando mais nova, me imaginava atravessando uma passarela de gelo e queimando tudo que deixava para trás. Eu me sentia poderosa, Dex. Você sempre significou muito para mim, mas sempre tive mais amor próprio do que senso sobrevivência.
Por isso, deixei você flertar comigo.
Esse foi seu único engano, Dex. Foi a escuridão que se sentiu atraída por mim. Não o contrário.
E agora? Você consegue olhar para mim, D? Sem desviar o olhar. Sem a tentação de encarar seus próprios pés. Você tem vontade de ficar me admirando enquanto eu caminho pela rua? Perdi qualquer brilho. Meu olhar opaco é tudo que você veria. As roupas que uso são as únicas que conseguem me esconder. O cabelo que cai sobre meus ombros só serve para esconder cicatrizes de uma guerra que eu perco a cada dia. Você conseguiria fixar os olhos no meu rosto e ainda assim dizer que me acha bonita?
Acho que não.
Sei que eu não consigo.
Com amor,
Eu."
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"Não posso te pedir para ficar no escuro comigo."
Todos os porquês que a gente escondeu. Ana F. (via salt-waterroom)

(via salt-waterroom)